terça-feira, 29 de setembro de 2009
Reta Final
Os alunos do 6º semestre de Jornalismo da Facer estão na fase final do projeto Jornal Comunitário. Depois de elaborar e executar as pautas, escrever e editar os textos, o grupo de Planejamento Gráfico trabalha na diagramação do primeiro exemplar do "Acadêmico da Vila".
Em poucos dias, a comunidade escolar e moradores da Vila Aurora vão conferir o trabalho dos estudantes.
Em poucos dias, a comunidade escolar e moradores da Vila Aurora vão conferir o trabalho dos estudantes.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
PECs que tornam o diploma obrigatório devem ir à votação até o final do ano
As Propostas de Emenda à Constituição (PEC) que restituem a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão devem ser votadas até o final deste ano. É o que preveem o autor da PEC 386/09, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), e o relator da PEC 33/2009, senador Inácio Arruda (PCdoB – CE), projeto de autoria de Antônio Carlos Valadares (PSB-SE).
Os dois esperam que a Frente Parlamentar em defesa do diploma de jornalismo, instalada na Câmara ontem (23/09), agilize a tramitação dos projetos. “A nossa ideia é que a Frente agilize a votação. Temos viajado por todo o Brasil, em reuniões com sindicatos, para divulgar o projeto”, afirmou o deputado Paulo Pimenta, que também é jornalista.
Audiência pública no Senado
O senador Inácio Arruda, que também participa da Frente Parlamentar, anunciou que o próximo passo para a tramitação da PEC de Valadares será a realização de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para discutir o projeto. A audiência será realizada na próxima quinta-feira 01/10, às 10h, no Senado. Após as discussões, Arruda pretende pedir a urgência pela votação do projeto, com a expectativa de que a proposta seja votada até o mês de novembro pelo Senado.
Arruda afirmou que não há conflitos entre os projetos que tramitam na Casa. “Não existe conflito nenhum, até porque vamos fazer com que eles se encontrem, seja na Câmara, seja no Senado”.
O senador considera irresponsável a decisão do STF. “No caso dessa área, que é considerada o quarto poder, é um equívoco deixar com que as pessoas que têm a responsabilidade de informar e formar opinião, não tenham uma formação adequada”.
Fonte: Comunique-se
Os dois esperam que a Frente Parlamentar em defesa do diploma de jornalismo, instalada na Câmara ontem (23/09), agilize a tramitação dos projetos. “A nossa ideia é que a Frente agilize a votação. Temos viajado por todo o Brasil, em reuniões com sindicatos, para divulgar o projeto”, afirmou o deputado Paulo Pimenta, que também é jornalista.
Audiência pública no Senado
O senador Inácio Arruda, que também participa da Frente Parlamentar, anunciou que o próximo passo para a tramitação da PEC de Valadares será a realização de uma audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para discutir o projeto. A audiência será realizada na próxima quinta-feira 01/10, às 10h, no Senado. Após as discussões, Arruda pretende pedir a urgência pela votação do projeto, com a expectativa de que a proposta seja votada até o mês de novembro pelo Senado.
Arruda afirmou que não há conflitos entre os projetos que tramitam na Casa. “Não existe conflito nenhum, até porque vamos fazer com que eles se encontrem, seja na Câmara, seja no Senado”.
O senador considera irresponsável a decisão do STF. “No caso dessa área, que é considerada o quarto poder, é um equívoco deixar com que as pessoas que têm a responsabilidade de informar e formar opinião, não tenham uma formação adequada”.
Fonte: Comunique-se
quarta-feira, 23 de setembro de 2009

JÁ ESTÁ NA FORNALHA...
A moçada do Curso de jornalismo da FACER (6º semestre) está a todo vapor para terminar a primeira edição do Jornal ACADÊMICO DA VILA.
Ontem (terça-feira) ocorreu mais uma aula prática da disciplina Jornalismo Comunitário. No laboratório de informática os alunos, sob a orientação da professora Patrícia, prometeram ultimar a primeira edição desse jornal impresso para até o final deste mês.Os principiantes de editores, repórteres, diagramadores, designer gráfico deixaram claro que algumas falhas serão observadas nessa primeira edição, mas afirmam que o conteúdo das reportagens é verdadeiro e promete revolucionar a Vila Aurora.
A moçada do Curso de jornalismo da FACER (6º semestre) está a todo vapor para terminar a primeira edição do Jornal ACADÊMICO DA VILA.
Ontem (terça-feira) ocorreu mais uma aula prática da disciplina Jornalismo Comunitário. No laboratório de informática os alunos, sob a orientação da professora Patrícia, prometeram ultimar a primeira edição desse jornal impresso para até o final deste mês.Os principiantes de editores, repórteres, diagramadores, designer gráfico deixaram claro que algumas falhas serão observadas nessa primeira edição, mas afirmam que o conteúdo das reportagens é verdadeiro e promete revolucionar a Vila Aurora.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
MEIO AMBIENTE
O RIO CORRENTES AGONIZA
Nos dias de hoje quem visitar o pantanal na divisa dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul poderá observar a imensa degradação das baías e o assoreamento do extenso rio Correntes que joga suas águas nesse grande pântano. Tal situação é tão séria que as águas do pantanal já não oferecem as condições mínimas e necessárias para a sobrevivência da biodiversidade existente nesse santuário ecológico. Os ribeirinhos e o pantaneiro são duas comunidades que diariamente testemunham a agonia tanto do rio Correntes como do pantanal. Afirmam que o rio está secando e o pouco de água existente em seu leito não é suficiente para dar condições de navegabilidade às pequenas embarcações e, o mais cruel, permitir que os peixes executem o processo natural de reprodução, subindo e descendo o rio e acomodando-se nas baías. Tudo porque o controle da água é feito pela usina hidrelétrica, na barragem que existe próximo à cidade de sonora no mato grosso do sul. “O peixe já não existe mais no rio e lá no pantanal onde existem as baías são poucos os pescadores e turistas que conseguem pegar um peixinho para comer”, afirmou João Sales, ribeirinho mais conhecido por Bico Doce. “O pantanal está secando e o gado quase não tá tendo mato para comer”, disse um peão pantaneiro e morador na região do rio Piquiri. O IBAMA foi o órgão responsável pela licença que autorizou a construção da usina hidrelétrica ponte de pedra. Ele já tem conhecimento desse estado de calamidade pública que se encontra o rio Correntes e as baías existentes ao longo de seu leito. Esse órgão público no ano de 2004 aplicou uma multa de dez milhões de reais na empresa proprietária da usina, por ela ter fechado as comportas e com isso ter provocado grande mortandade de peixes e outros animais que dependia das águas do rio Correntes. A empresa recorreu administrativamente e até hoje não se sabe se a multa foi paga. Paralelamente foi instaurado um inquérito criminal contra a hidrelétrica na Comarca de Pedro Gomes-MS - Processo 039.04.001922-3 -, sendo que até hoje (jun/2009) essa ação não teve sentença, tendo sido ele redistribuído para a Polícia Federal em Campo Grande-MS. Várias perícias já foram feitas no rio Correntes e nas baías para apurar a veracidade dos fatos denunciados, mas o resultado dessas perícias ninguém até hoje tomou conhecimento. “Até parece que tem alguém muito forte lá em Brasília que consegue protelar o julgamento da Ação Civil pública e assim não punir essa empresa criminosa”, concluiu Janio Sales, presidente da Associação dos Ribeirinhos do Rio Correntes. “Enquanto isso toda a natureza existente no pantanal mato-grossense vai sofrendo as agruras da ganância humana”, completou Sueli Liria, dona de pesqueiro no rio Correntes. "Quero deixar registrado nessa matéria jornalística, que a hidrelétrica Ponte de Pedra além de todos os males que está nos provocando com o fechamento das comportas, agora isolou com cabo de aço uma parte do rio, lá próximo da saída das águas do canal artificial que atende as turbinas, como se fosse a dona do rio, vez que só eles é quem podem navegar acima da divisa onde está o cabo de aço", finalizou TUCA, ribeirinho e filho da Dona Chica. (Por: Saulo Moraes, estudante de jornalismo da FACER e advogado)
Nos dias de hoje quem visitar o pantanal na divisa dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul poderá observar a imensa degradação das baías e o assoreamento do extenso rio Correntes que joga suas águas nesse grande pântano. Tal situação é tão séria que as águas do pantanal já não oferecem as condições mínimas e necessárias para a sobrevivência da biodiversidade existente nesse santuário ecológico. Os ribeirinhos e o pantaneiro são duas comunidades que diariamente testemunham a agonia tanto do rio Correntes como do pantanal. Afirmam que o rio está secando e o pouco de água existente em seu leito não é suficiente para dar condições de navegabilidade às pequenas embarcações e, o mais cruel, permitir que os peixes executem o processo natural de reprodução, subindo e descendo o rio e acomodando-se nas baías. Tudo porque o controle da água é feito pela usina hidrelétrica, na barragem que existe próximo à cidade de sonora no mato grosso do sul. “O peixe já não existe mais no rio e lá no pantanal onde existem as baías são poucos os pescadores e turistas que conseguem pegar um peixinho para comer”, afirmou João Sales, ribeirinho mais conhecido por Bico Doce. “O pantanal está secando e o gado quase não tá tendo mato para comer”, disse um peão pantaneiro e morador na região do rio Piquiri. O IBAMA foi o órgão responsável pela licença que autorizou a construção da usina hidrelétrica ponte de pedra. Ele já tem conhecimento desse estado de calamidade pública que se encontra o rio Correntes e as baías existentes ao longo de seu leito. Esse órgão público no ano de 2004 aplicou uma multa de dez milhões de reais na empresa proprietária da usina, por ela ter fechado as comportas e com isso ter provocado grande mortandade de peixes e outros animais que dependia das águas do rio Correntes. A empresa recorreu administrativamente e até hoje não se sabe se a multa foi paga. Paralelamente foi instaurado um inquérito criminal contra a hidrelétrica na Comarca de Pedro Gomes-MS - Processo 039.04.001922-3 -, sendo que até hoje (jun/2009) essa ação não teve sentença, tendo sido ele redistribuído para a Polícia Federal em Campo Grande-MS. Várias perícias já foram feitas no rio Correntes e nas baías para apurar a veracidade dos fatos denunciados, mas o resultado dessas perícias ninguém até hoje tomou conhecimento. “Até parece que tem alguém muito forte lá em Brasília que consegue protelar o julgamento da Ação Civil pública e assim não punir essa empresa criminosa”, concluiu Janio Sales, presidente da Associação dos Ribeirinhos do Rio Correntes. “Enquanto isso toda a natureza existente no pantanal mato-grossense vai sofrendo as agruras da ganância humana”, completou Sueli Liria, dona de pesqueiro no rio Correntes. "Quero deixar registrado nessa matéria jornalística, que a hidrelétrica Ponte de Pedra além de todos os males que está nos provocando com o fechamento das comportas, agora isolou com cabo de aço uma parte do rio, lá próximo da saída das águas do canal artificial que atende as turbinas, como se fosse a dona do rio, vez que só eles é quem podem navegar acima da divisa onde está o cabo de aço", finalizou TUCA, ribeirinho e filho da Dona Chica. (Por: Saulo Moraes, estudante de jornalismo da FACER e advogado)
Quase tudo pronto
A aula de Jornalismo Comunitário na terça-feira(22), a professora Patrícia Casali revisou as reportagens dos alunos selecionados para publicar os textos dos mesmos no jornal laboratório "Acadêmico da Vila ", pois o jornal deve estar pronto até o final do mês .Nesta aula, os alunos trabalharam no planejamento gráfico e na diagramação do jornal.
Luana Serena e Raiane Maiara estão trabalhando no infográfico que também será publicado mostrando os dados relacionados a questão econonica, sexo, idade e moradia da população que vive na grande Vila Aurora.
Hosana Menezes
Luana Serena e Raiane Maiara estão trabalhando no infográfico que também será publicado mostrando os dados relacionados a questão econonica, sexo, idade e moradia da população que vive na grande Vila Aurora.
Hosana Menezes
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Escola Balbino faz feira do conhecimento

A Escola Antonio Guimarães Balbino, localizada no bairro Monte Líbano, realizou a feira do conhecimento na sexta-feira (11), com o tema profissões. Cada sala criou uma estrutura referente à profissão escolhida, algumas contaram com a participação de profissionais da área para apoiar a explicação dos alunos.As professoras Edna Maria Rodrigues e Eliana Aparecida Ferreira, coordenadoras do evento, ficaram satisfeitas, pois grande parte dos alunos participou ativamente do evento. As coordenadoras comentaram que os alunos trabalharam deste a escolha do tema até a execução da feira. “O importante para o bom desenvolvimento da feira é que o assunto gere motivação dos alunos, caso contrário eles ficam dispersos”, comentam as professoras.Os professores orientam os estudantes como conduzir as pesquisas. O professor substituto Maycon Costa Araújo disse que ficou surpreso com resposta e esse tipo de atividade faz com que eles aprendam também a lidar com a sociedade, além do conhecimento adquirido.A feira apresentou profissões como: veterinário, farmacêutico, motorista, carpinteiro, fotógrafo, cardiologista, cineasta, policial, bombeiro, jornalista, dentre outros.O tenente coronel Pery Taborelli da Silva Filho esteve presente na feira e disse que fica feliz em ver que o tema Segurança Pública foi apresentado com seriedade. “É importante que a corporação se faça presente junto da sociedade”.A turma do 6º semestre de Jornalismo da Faculdade Cenecista de Rondonópolis (FACER) colaborou com os estudantes do 2º ano B da escola, e montou estúdios de rádio e tv para que os alunos estivessem uma ideia do que é a profissão.Como parte da atividade, as alunas Priscila Karolina Oliveira e Fernanda Lopes Machado entrevistaram o tenente coronel Taborelli. “A experiência de ser jornalista foi muito boa, fomos aos meios de comunicação, fizemos pesquisas sobre o que é ser jornalista. Aprendemos muito”, afirmam as estudantes que já tem idéia de qual profissão exercer no futuro.A feira do conhecimento faz parte do Programa de Desenvolvimento Educacional PDE, assim como outros: festa folclórica, festa afrodescendentes, festa junina. “E tem como objetivo trazer os pais dos alunos e a comunidade para a escola”, explicam as coordenadoras Edna e Eliana.
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